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Mantenha-se calmo e sereno.
Confie na Força Cósmica que enche todo o universo, inclusive sua própria pessoa.
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Liberte-se do medo, caminhe com segurança e procure ouvir as palavras de orientação, di-
tadas, no mais profundo de seu coração, por Deus que habita dentro de você.



Carlos C. Pastorinho
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Artigo
NÃO SEPARAR O QUE DEUS JUNTOU: CASAMENTO CÁRMICO E CURA
Abrame, sexta-feira, 16 de outubro de 2009

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Kardec, no capítulo XXII do Evangelho Segundo o Espiritismo, referiu-se ao divórcio como uma lei para separar legalmente o que já está, de fato, separado, ou seja, aqueles uniões feitas por interesses financeiros ou articulada pelos pais, onde o amor não está presente. Contudo como interpretarmos o divórcio à luz da sociedade atual, onde as pessoas se unem voluntariamente e não por imposição dos pais ou da sociedade, como no passado? Como lidarmos com casamentos cármicos que, de uma atração inicial, converteu-se num campo de batalha? O divorcia seria a melhor solução? Segundo a doutrina espírita, o nosso espírito não tem sexo, é potencialmente masculino e feminino, por isso que, um mesmo espírito que reencarna homem numa existência pode vir a ser mulher na outra. O homem encarnado, possui uma polaridade sexual materialmente expressa (masculina), enquanto a outra (feminina) está implícita, necessitando de uma companheira do sexo oposto para complementar-se no mundo físico. Essa complementação sexual, segundo a psicologia junguiana, não se refere apenas à polaridade masculino-feminino, mas a todas as outras polaridades. Segundo Jung, nós atraímos a nossa própria sombra. Pessoas, por exemplo, muito “boazinhas”que são amorosas mas têm dificuldades de serem firmes e enérgicas quando necessário, atraem pessoas agressivas que são firmes mas não conseguem ainda expressar totalmente seu amor. Um expressa a sombra do outro. Todo agressivo é uma pessoa amorosa por dentro (mas que não tem coragem para expressar sua afetividade) e toda pessoas externamente “boazinha” é firme internamente. A reeducação através do casamento consiste justamente de, cada uma delas atingir um ponto de equilíbrio dinâmico entre o amor e o poder, entre a firmeza e a doçura. Essa é a mágica do casamento: homens e mulheres, agressivos e doces, dependentes e independentes, racionais e emocionais, responsáveis e aventureiros, se atraem mutuamente para aprenderem com as diferenças. Sem o percebermos o companheiro que escolhemos para o casamento nos complementa e nos reeduca não só com suas virtudes mas principalmente com aquilo que consideramos “defeitos” e que, nada mais são do que nossa sombra, do que um aspecto de nossa alma que negamos. O outro é o espelho da nossa alma, a expressão personificada de nossa própria sombra e vice-versa. Quando Jesus nos diz que o homem e a mulher serão uma só carne, ele está dizendo em outras palavras, que os dois corpos serão um só espírito, ou seja, o que falta em um é complementado em outro. Através do casamento resgatamos a união com o nosso próprio espírito pois expressamos materialmente na “unidade do casal” a completude que já existe em nossa essência espiritual. Portanto, quando aceitamos e perdoamos o nosso parceiro, estamos aceitando e perdoando a uma parte de nós mesmos. Quando nos apaixonamos por alguém estamos admirando virtudes e potenciais que já existem essencialmente em nós e que, por não estarem completamente desenvolvidas, projetamos no outro. O “grande amor da nossa vida” não está, portanto, do lado de fora mas em nós mesmos. Como nos diz o filósofo espiritualista Robert Happé, todos os relacionamentos que temos com o próximo, nossos pais, filhos, amigos e cônjuge, expressam apenas um único relacionamento: O que temos com nós mesmos. Jesus nos assevera que, aquele que repudiar, a sua mulher e se casar com outra, já cometeu adultério em relação à primeira (S. Mateus, cap. XIX, vv. 3 a 9), ou seja, perdeu a oportunidade de crescer com o outro através do casamento e, atrairá, em outra parceira, a mesma negatividade que possuía a primeira. Assim, a negatividade que precisa ser curada, não está no outro, mas em nós mesmos, e dela só nos libertaremos através do perdão e da tolerância. Perdoar e aceitar o nosso cônjuge é, portanto, perdoar e aceitar a nós mesmo. Abandonar o nosso cônjuge é, em última análise, fugirmos de nós mesmos. Não separe, pois, o homem o que Deus juntou (S. Mateus, cap. XIX, vv. 3 a 9), significa que, salvo as exceções óbvias como agressões físicas ou infidelidade, não podemos permitir que o nosso ego (homem) separe aquilo que a Providência Divina (Deus) uniu através do casamento para nossa própria cura e crescimento. Quanto mais difícil é para nós o nosso parceiro, maiores as nossas oportunidades de crescimento através da aceitação e do perdão, pois estaremos curando um maior número de nossas próprias negatividades num intervalo menor de tempo. Aquilo que chamamos de “casamento de resgate” ou “casamento cármico”, nada mais é que um curso intensivo de crescimento rumo à felicidade e completude que a todos nos aguarda
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