Associação de Divulgação da Doutrina Espírita

São José do Rio Preto - SP

Mensagem de Domingo - 24/09/2018

Miltermai/ADDE - segunda-feira, 24 de setembro de 2018

 
CARIDADE TRANSFERIDA


 

            Ninguém objeta quanto à qualidade dos elevados propósitos.
        Não se faz qualquer restrição à nobreza de tais sentimentos.
        A caridade é sempre uma luz acesa vencendo trevas.
        Por isso mesmo não é lícito eximir-se alguém de clarificar-se com a luminescência que dela emana.
        Quem conduz uma luz beneficia-se primeiro.
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        Generaliza-se uma prática que, embora edificante, tem assumido um caráter passadista.
        Pessoas generosas, que desejam auxiliar, sempre se eximem de fazê-lo, justificando-se falta de tempo, de saúde, poucas possibilidades econômicas... E encaminham os necessitados que lhe buscam o concurso a outras que lhes parecem bem aquinhoadas, valorosas, sem problemas...Mas que os têm, igualmente, só que se não queixam, fomentando o comércio do desânimo e da insensatez.
        São criaturas bem formadas, sem dúvida, as que assim procedem, no entanto, se recusam a alegria de servir, a bênção de socorrer, a felicidade de amar.
        Claro que ante à impossibilidade real de fazer-se o bem, a atitude encaminhar o aflito a uma fonte abençoada é correta.
        Não, porém, como um hábito constante, transferindo-se a caridade de domicílio e de mãos...
*
        Quando alguém te chegar em sofrimento, sempre poderás auxiliar, se o quiseres.
        Não mensurando tempo nem examinando valores, deves repartir dádivas e repartir-te no ministério da caridade com Jesus.
        Caridade transferida - socorro tardio.
*
      Conhecendo alguém que se afadiga no labor santificante da caridade, corre em seu auxílio, ao invés de o sobrecarregares com novas incumbências e maior soma de responsabilidades.
        Detendo-te a meditar na “Parábola do Bom Samaritano”, compreenderás a necessidade de fazeres, tu mesmo, a caridade.
        Não mandes outrem realizá-la em teu lugar.
        Não postergues o teu momento de felicidade.
        Jesus jamais se poupava, transferindo labores. Inclusive na cruz, quando solicitado pelo atormentado bandido, que Lhe rogava ajuda,  distendeu-lhe a mão generosa da esperança, em nome da excelsa caridade de Nosso Pai.

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(Divaldo P. Franco por Joanna de Ângelis. In: Oferenda)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)
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FORMATAÇÃO E ESPQUISA: MILTER - 23-09-2018 



A EQUIPE DA ADDE

 

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